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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Documentário indicado ao Oscar é 70% brasileiro, diz Meirelles




Cineasta comenta a polêmica de "Lixo Extraordinário" e brinca com divisão da estatueta entre britânicos e brasileiros. Leiamaisaqui

Filmado ao longo de quase dois anos, Lixo Extraordinário acompanha a visita do artista plástico Vik Muniz a um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis. O objetivo inicial de Muniz era "pintar" esses catadores com o lixo. No entanto, o trabalho com estes personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugestionados a imaginar suas vidas fora daquele ambiente.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A mais bizarra sequência de ficção científica do cinema - Robot

Você está prestes a testemunhar a mais impressionante e insana cena de ação jamais criada no cinema. Duvida? Vale a pena ver até o final!

domingo, 2 de maio de 2010

Espetacular, para quem gosta de cinema


Sabe aquele filme de que você gostou muito, mas cujo título você não lembra, nem dos nomes dos atores e das atrizes?
Tudo o que você quiser saber (ou lembrar) sobre filmes estrangeiros em 65 anos está catalogado e ao seu alcance.
Ficha completa de filmes.
Clique abaixo e comprove:

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Mangá Miki Falls



Mangá Miki Falls a caminho dos cinemas

Segundo a revista norte-americana Variety, a Paramount e o Studio B, produtora de Brad Pitt, adquiriram os direitos de filmagem do mangá Miki Falls, criado por Mark Crilley.

A história é dividida em quatro edições, cada uma ambientada em uma estação do ano. A protagonista, Miki Yoshida, está em seu último ano escolar. Intrigada com um novo aluno, o belo Hiro Sakurai, ela tenta iniciar uma amizade, porém a iniciativa é rejeitada. Teimosa, Miki insiste, e acaba descobrindo uma revelação surpreendente sobre o rapaz. Os quatro volumes foram publicados ano passado pela HarperTeen.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

As time goes by - Casablanca



As time goes by

You must remember this
A kiss is still a kiss
A sign is just a sign
The fundamental things aplly
As time goes by

And when two lovers woo
They still say I love you
On that you can rely
No matter what the future brings
As time goes by

Moonlight and love songs never out of date
Hearts full of passion, jealousy and hate
Woman needs man
And man must have his mate
That no one can deny

It is still the same old story
The fight for love and glory
A case of do or die
The world will always welcome lovers
As time goes by


Com o Passar do Tempo (tradução)

Você deve lembrar-se disto
Um beijo é sempre um beijo
Um suspiro é exatamente um suspiro
As coisas fundamentais se aplicam
Com o passar do tempo

E quando dois namorados namoram
Eles ainda dizem eu te amo
Nisso você pode confiar
Não importa o que o futuro traga
Com o passar do tempo

Luar e canções de amor
Nunca serão obsoletos
Corações enchem-se de paixões
Ciúme e ódio
Mulher precisa de homem
E o homem deve ter sua companheira
Que ninguém pode negar

Ainda é a mesma velha história
Um combate por amor e glória
Um caso de fazer ou morrer
O mundo sempre dará boas-vindas aos namorados
Com o passar do tempo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Dom Juan De Marco


"Don Juan De Marco" é um dos filmes mais intrigantes. Francis Ford Coppola abusou da imaginação e nos levou a todos a viajar com ele o tempo todo, durante o filme e até muito tempo depois.

A fantasia do filme é tamanha, que nos leva quase a concluir que “a melhor parte do amor é perder todo o senso de realidade!” E o filme é muito isso. É uma viagem fantasiosa quase sem volta. Um linda e pela maioria, jamais vivida viagem.

Logo no início do filme, um rapaz usando uma máscara negra, ameaça jogar–se do alto de um edifício. O jovem (Johnny Deep) afirma ser Don Juan, o lendário conquistador de mulheres. Por ter perdido seu primeiro e verdadeiro amor, caiu num profundo estado de depressão. É quando o jovem é encaminhado a um hospital psiquiátrico.

O psiquiatra Jack Mickller (Marlon Brando) é chamado para salvá-lo. No início, o psiquiatra parece cansado, pronto para se aposentar. Mas, na medida em que Don Juan começa a descrever sua vida amorosa, Jack sente-se cada vez mais revigorado. E assume o caso com tudo.

Ouvindo a história do jovem, Jack começa a se contagiar com os detalhes e a ambientação de tudo o que ele lhe conta, redescobrindo o prazer de viver e se questionando: será que Don Juan é mesmo Don Juan de Marco? Ambos se envolvem num curioso relacionamento que beneficia até mesmo a mulher do psiquiatra, até então, sempre relegada a um segundo plano pelo marido.

As aventuras narradas por Don Juan, sempre envolvendo mulheres de todos os tamanhos e calibres são leves e com um bem vindo toque de humor. Explica-se essa transformação de Don Juan pelo fascínio (relativo ao sexual), que ele desperta em seu público.

Don Juan mostra para as mulheres uma série de espelhos falsos nos quais elas enxergam uma promessa de amor intenso, pleno inigualável. E esta mensagem as faz largar tudo que lhe é precioso: CASTIDADE, FIDELIDADE, LAÇOS DO CASAMENTO, AMIZADE, TRABALHO, ETC.

Don Juan visa o poder em suas relações amorosas: sacrificar as mulheres à sua glória, pela glória dominar os homens. E de sua dominação exercer de forma teatral no espaço coletivo. É quando ele procura as mulheres, a quem seduz. E quando Juan as conquista, ele as traz para um lugar só seu, oculto, privado.

E isto é o que há de mais notável na ação de Don Juan: ele domina os homens por um recurso único, o de teatralizar o social.

E finalmente o que interessa é devolver a mulher já marcada pela posse e entregá-la ao espaço público, a essa multidão que assiste o seu triunfo. Fazendo-se espetáculo, ele garante que não existe mais rival para seus feitos ou controle para suas ações.

Marlon Brando (Dr. Jack Mickler) e Faye Dunaway (Marilyn Mickler) estão perfeitos nos papéis de marido e mulher em fase de idade na qual o sexo não desperta lá grande interesse.

Don Juan DeMarco exerce o direito de fantasiar nas terapias.

Nas sessões de terapia, o psiquiatra entra fundo na fantasia de Don Juan e se vê contaminado por ela. A linha tênue entre fantasia e realidade desperta no Dr. uma forte sensação de volta à virilidade através da emoção, através da fantasia. E se dirige à esposa com tudo, levando-a a partilhar. Da fantasia o vigor físico.

Se descobrem amantes, sem querer perder um único momento daquele estado. Exibem cenas que são da mais profunda beleza. Revivem grandes momentos e o filme, aí, cresce aos olhos e ouvidos dos telespectadores.

Texto: Renato Cardoso
http://www.slideshare.net/renatocardoso/dom-juan-del-marco





"Have You Ever Really Loved A Woman?"
(Bryan Adams)


To really love a woman,
To understand her,
You've got to know her deep inside ...
Hear every thought,
See every dream,
And give her wings when she wants to fly.
Then when you find yourself lying helpless in her arms ...
You know you really love a woman


When you love a woman,
You tell her that she's really wanted.
When you love a woman,
You tell her that she's the one.
'Cause she needs somebody, to tell her that it's gonna last forever.
So tell me have you ever really ... really, really ever loved a woman?


To really love a woman,
Let her hold you,
Till you know how she needs to be touched.
You've got to breathe her, really taste her,
Til you can feel her in your blood.
And when you can see your unborn children in her eyes ...
You know you really love a woman.


When you love a woman,
You tell her that she's really wanted.
When you love a woman,
You tell her that she's the one.
'Cause she needs somebody, to tell her that you'll always be together
So tell me have you ever really ... really, really ever loved a woman?


You've got to give her some faith,
Hold her tight, a little tenderness.
You've got to treat her right.
She will be there for you taking good care of you ...
You really gotta love your woman yeah.


And when you find yourself lying helpless in her arms,
You know you really love a woman.


When you love a woman,
You tell her that she's really wanted.
When you love a woman,
You tell her that she's the one.
She needs somebody, to tell her that it's gonna last forever.
So tell me have you ever really ... really, really ever loved a woman?

yeah

Just tell me have you ever really ... really, really ever loved a woman?
Oh Just tell me have you ever really ... really, really ever loved a woman



DON JUAN DE MARCO - Tradução
(Have You Ever Really Loved a Woman? - Bryan Adams)
Para realmente amar uma mulher, para compreendê-la.
Você precisa conhecê-la profundamente por dentro,
Ouvir cada pensamento - ver cada sonho,
E dar-lhe asas - quando ela quiser voar.
Então, quando você se achar repousando,
Desamparado em seus braços,
Você saberá que realmente ama uma mulher...
Quando você ama uma mulher,
Você lhe diz que ela realmente é desejada.
Quando você ama uma mulher,
Você lhe diz que ela é a única,
Pois ela precisa de alguém para dizer-lhe
Que vai durar para sempre!
Então diga-me: você realmente,
Realmente... já amou uma mulher?
Para realmente amar uma mulher,
Deixe-a te segurar
Até que você saiba como ela precisa ser tocada.
Você precisa respirá-la - realmente provar o gosto dela
Até você possa sentí-la em seu sangue.
E quando você puder ver suas crianças
Que ainda não nasceram, dentro dos olhos dela,
Você saberá que realmente ama uma mulher...
Você precisa dar-lhe um pouco de confiança - segurá-la bem apertado.
Um pouco de ternura - precisa tratá-la corretamente.
Ela estará lá por você, cuidando bem de você,
Você realmente precisa amar sua mulher...
Então, quando você se achar repousando
Desamparado em seus braços,
Você saberá que realmente que ama uma mulher...
Então diga-me: você realmente, Realmente, realmente já amou uma mulher?"

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Love Story - História de Amor

AMOR E ÓDIO: O "DETERMINISMO MÁGICO ÀS AVESSAS" DE "LOVE STORY"
O cinema americano é conhecido pelos seus finais felizes. Especialmente os filmes românticos. Na narrativa clássica, as pessoas encontram um obstáculo bem definido e o resolvem no final. Mas Love Story não é assim, mesmo sendo um grande sucesso de público nos EUA. Love Story segue a fórmula infalível dos filmes românticos, mas desde o começo, o fatalismo é evidente. Todo o filme é um flashback, com Oliver (Ryan O’Neal) sentado na neve pensando em tudo o que aconteceu desde o seu encontro com Jenny (Ali MacGraw).

O começo do filme é espetacular. "O que se pode dizer de uma garota que morreu aos 25 anos? Que era talentosa, que tinha um grande futuro pela frente? Que gostava de Bach?". Ou seja, desde então, já sabemos da morte de Jenny.

O filme registra o primeiro contato entre Oliver e Jenny de forma bastante original. Objetivo, através de fragmentos, pedaços de contatos, o filme sugere a efemeridade da memória, a necessidade de se dirigir rapidamente para o desenvolvimento do relacionamento em si, que é o que mais interessa a Hiller. A câmera está sempre centrada em Oliver, de forma que a narrativa nunca é onisciente, mas sempre temos a visão de Oliver da história, já que é ele quem a está contando para nós em flashback (ou mesmo só se lembrando dela).

Jenny é uma menina inteligente, de classe média média, que tem um sonho de estudar música em Paris. Acaba encontrando Jenny numa biblioteca, e sinaliza diretamente para ele, embora ela seja conhecida por dificilmente ter relacionamentos, ao contrário de Oliver, um rapaz rico, bem enturmado por ser jogador de Hóquei, mas nem tanto inteligente. Não podemos dizer que os dois são opostos, mas existem diferenças importantes entre eles, especialmente pelo tipo de educação que tiveram. No início, Jenny trata Oliver com muita ironia, mas o contato se estabelece rapidamente.

Um ponto bem explorado do filme é a dificuldade de Oliver no relacionamento com seu pai. Oliver tem vergonha do mundo torpe e rico, quer fugir da responsabilidade de ser o filho de fulano, e quer ter a sua vidinha, conquistar o seu espaço. Oliver quer desafiar o mundo dos pais, ser o filho rebelde e se afastar dele. Por isso, o questionamento de Jenny quando Oliver faz questão de apresentá-la aos pais e o constrangimento é grande. Talvez Oliver goste tanto dela exatamente por ser pobre e o casamento com ela de certa forma poderia representar uma afronta ao pai. Este conflito é representado brilhantemente na cena em que Jenny pede a Oliver para falar com o pai pelo telefone e ele se recusa. Nesse ponto, percebe-se que o ódio que Oliver tem pelo pai é quase tão grande quanto (ou é igual a) o amor que sente por Jenny. Essa é a única briga do casal.

O casal passa dificuldades, especialmente com dinheiro, mas Oliver insiste em não pedir ajuda ao pai. Ele quer conquistar tudo por seu próprio mérito, e assim aparentemente o consegue, com uma boa vaga em um escritório famoso. (Mas como o pai ainda preza muito o filho, e parece entender a sua escolha por seguir um caminho próprio, existe a possibilidade de o garoto ter conseguido a vaga pela influência indireta do pai, pois todos sabem que ele é o filho do fulano). Mas o diploma em terceiro lugar em Harvard diminui (ou suaviza) a possibilidade dessa tese.

Quando tudo parece afinal estabilizado, vem a notícia, seca, sem explicações, de repente, que caracteriza bem o absurdo da vida: Jenny vai morrer. E no seu último dia antes de ir para o hospital morrer, Jenny não quer realizar aqueles sonhos loucos de adolescente de visitar Paris, mas simplesmente quer ter um dia ao lado da pessoa que mais ama no mundo, um dia como qualquer outro. E eles fazem coisas aparentemente comuns: patinam no gelo, fazem compras. Jenny pergunta se eles têm grana para tomar um táxi. Oliver responde: "Claro! Para onde você quer ir?". A brilhante resposta é seca, imediata: "Quero ir para o hospital.". Depois daquela despedida, Jenny estava pronta para morrer. Não há escândalos ou gritos de ambas as partes. Jenny e Oliver estão conformados com o destino que é incontestável.

Nesse ponto, Oliver é obrigado a responder a pergunta.O que vale mais: o amor à Jenny ou o ódio e o seu orgulho ante seu pai ? Oliver opta pelo amor, humilhando-se ao pedir ao pai dinheiro para ajudar Jenny no hospital. Oliver não conta o verdadeiro motivo e diz que está enrascado com uma amante. A cena é seca. O pai imediatamente faz o cheque, Oliver recebe e vai embora sem lhe despedir.

No hospital, o pai encontra Oliver, quando descobre o real problema. Jenny acabara de morrer. Mesmo assim, o filho ignora o pai. Esse ódio do filho para com o pai é um contraponto ao amor de Oliver por Jenny. Mesmo no final, a conciliação entre os dois é impossível. Oliver se senta sobre a neve, onde antes tinha passado momentos incríveis com Jenny. O paralelismo nos faz lembrar de uma poética cena anterior em que o casal faz bonequinhos de neve, e atiram bolas de neve um sobre o outro.

O final infeliz e a dissolução do núcleo familiar da classe alta norte-americana reflete que Love Story não é tão ingênuo quanto parece. O filme revela uma faceta de decomposição do "american way of life". Claro que é um filme romântico, comercial, à moda dos estúdios norte-americanos, mas apresenta algumas características que nos faz pensar sobre as transformações do modo de vida e das aspirações dos novos adultos americanos. O desencantamento e o ódio e a procura por uma identidade própria que os liberte do domínio dos pais é retratado com muita sensibilidade por Hiller. Economicamente, o garoto se estabiliza, consegue vencer sua luta, mas o filme apresenta os custos dessa caminhada com mais intensidade que a média dos filmes convencionais da época. E quando tudo parecia caminhar para um desfecho agradável, surge a revelação da morte. O "determinismo mágico" dos filmes hollywoodianos é virado de cabeça pra baixo. Love story é um "determinismo mágico às avessas". Nos filmes americanos, quando tudo parece que vai dar errado, acha-se um final feliz. Aqui, acontece o contrário. E esse fatalismo reflete, de forma um pouco ingênua em comparação com o cinema de Altman e Scorsese, mas de forma significativa, os medos, os traumas e as dificuldades de buscar um novo rumo dos novos adultos americanos.
Texto: Marcelo Ikeda.
http://www.geocities.com/Hollywood/Agency/8041/lstory.html



Premiações:
- Ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Ryan O'Neal), Melhor Atriz (Ali MacGraw), Melhor Ator Coadjuvante (John Marley) e Melhor Roteiro Original.

- Ganhou 5 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Atriz - Drama (Ali MacGraw), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Ator - Drama (Ryan O'Neal) e Melhor Ator Coadjuvante (John Marley).
http://www.adorocinema.com/filmes/love-story/love-story.asp

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A Bela e a Fera




O conto "A Bela e a Fera" relata a história da filha mais nova de um rico mercador, que tinha seis filhos: três homens e três mulheres.

Enquanto as filhas mais velhas gostavam de ostentar luxo, de festas e lindos vestidos, a mais nova, que todos chamavam Bela, era humilde, gentil, e generosa, gostava de leitura e tratava bem as pessoas.


Um dia, o mercador perdeu toda a sua fortuna, com exceção de uma pequena casa distante da cidade. Bela e seus irmãos aceitaram a situação com dignidade, mas as duas filhas mais velhas não se conformavam em perder a fortuna e os admiradores, e descontavam suas frustrações sobre Bela, que humildemente não reclamava e ajudava seu pai como podia.


Um dia, o mercador recebeu notícias de bons negócios na cidade, e resolveu partir.
As duas filhas mais velhas, esperançosas em enriquecer novamente, encomendaram-lhe vestidos e futilidades, mas Bela, preocupada com o pai, pediu apenas que ele lhe trouxesse uma rosa.


Quando o mercador voltava para casa, foi surpreendido por uma tempestade, e se abrigou em um castelo que avistou no caminho. O castelo era mágico, e o mercador pôde se alimentar e dormir confortavelmente, pois tudo o que precisava lhe era servido como por encanto.
Ao partir, pela manhã, avistou um jardim de rosas e, lembrando do pedido de Bela, colheu uma delas para levar consigo. Foi surpreendido, porém, pelo dono, uma Fera pavorosa, que lhe impôs uma condição para viver: deveria trazer uma de suas filhas para se oferecer em seu lugar.


Ao chegar em casa, Bela, mediante a situação resolveu se oferecer para a Fera, imaginando que essa a devoraria. Ao invés de a devorar, a Fera foi se mostrando aos poucos como um ser sensível e amável, fazendo todas as suas vontades e tratando-a como uma princesa. Apesar de achá-lo feio e pouco inteligente, Bela se apegou ao monstro que, sensibilizado a pedia constantemente em casamento, pedido que Bela gentilmente recusava.


Um dia, Bela lhe pediu que Fera a deixasse visitar sua família, pedido que a Fera, muito a contragosto, concedeu, com a promessa de ela retornar em uma semana. O monstro combinou com Bela que, para voltar, bastaria colocar seu anel sobre a mesa, e magicamente retornaria.
Bela visitou alegremente sua família, mas as irmãs, ao vê-la feliz, rica e bem vestida, sentiram inveja, e a envolveram para que sua visita fosse se prolongando, na intenção de Fera ficar aborrecida com sua irmã e devorá-la. Bela foi prorrogando sua volta até ter um sonho em que via Fera morrendo. Arrependida, colocou o anel sobre a mesa e voltou imediatamente, mas encontrou Fera morrendo no jardim, pois essa não se alimentara mais temendo que Bela não retornasse.


Bela compreendeu que amava a Fera, que não podia mais viver sem ela, e confessou ao monstro sua resolução de aceitar o pedido de casamento. Mal pronunciou essas palavras, a Fera se transformou num lindo príncipe, pois seu amor colocara fim ao encanto que o condenara a viver sob a forma de uma fera até que uma donzela aceitasse se casar com ele. O príncipe casou com Bela e foram felizes para sempre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Bela_e_a_Fera


The Phantom Opera - O Fantasma da Ópera



O Fantasma Da Ópera

Le Fantôme de Opera (O fantasma da ópera em português) é uma novela francesa escrita por Gaston Leroux, inspirada na novela Trilby de George du Maurier.

Publicada em 1910 pela primeira vez, foi desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway, por Andrew Lloyd Webber, Charles Hart e Richard Stilgoe.

O espectáculo bateu o recorde de permanência na Broadway (superando Cats), e continua em palco até hoje desde a estréia em 1986.

Le Fantôme de Opéra foi inúmeras vezes traduzido para o português do Brasil, sendo que as versões mais difundidas são das editoras Ediouro e Ática. A preferência por essas versões devem-se à maior fidelidade à história originalmente criada por Gaston Leroux.

O enredo O fantasma da ópera é considerada por muitos uma novela gótica, por combinar romance, horror, ficção, mistério e tragédia.

Na novela original de Leroux, a ação desenvolve-se no século XIX, em Paris, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes.





O Fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações. Entretanto, a jovem inexperiente bailarina (e mais tarde cantora) Christine Daaé, acreditando ser guiada por um "Anjo da Música", supostamente enviado pelo seu pai após a sua morte, consegue subitamente alguma proeminência nos palcos da ópera quando é confrontada a substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo.

Christine conquista os corações da audiência na sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e entretanto patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny. Erik, o Fantasma, não gosta da relação entre Christine e Raoul e a leva ao seu "mundo" subterrâneo que Christine considera um lugar frio e sombrio. Ela percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera.

Descobre então que o Fantasma é fisicamente deformado na face, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua "deficiência". Ao olhar para a sua verdadeira imagem, Christine fica chocada.

O Fantasma decide prendê-la no seu mundo, e diz que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria. Christine enfrenta uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo génio da personagem do Fantasma. Ela decide se casar com Raoul em segredo e fugir de Paris e do alcance do Fantasma. No entanto, o seu plano é descoberto e durante uma atuação da Ópera "Fausto" de Charles Gounod, Christine é raptada do palco e levada para os labirintos embaixo da Ópera.

Aí, nos aposentos do Fantasma, ocorre o confronto final entre Christine, o Fantasma e o Visconde Raoul de Chagny, que é levado até lá pelo Persa, através dos subterrâneos da Ópera, passando pela câmara dos súplicios, onde ambos quase acabam por enlouquecer e enforcar-se com o "Pendjab" (espécie de cordão feito de tripas de gato, que o Fantasma usava para matar).

Christine é forçada a escolher entre o Fantasma e Raoul. Christine escolhe o Fantasma, com o intuito de salvar as vidas das pessoas da Ópera, pois o Fantasma colocou uma bomba no teatro que detonará se ela escolher ficar com Raoul. Contudo, o Fantasma percebe que não consegue lutar contra o amor dos dois, e deixa-a ir com Raoul. Acaba por falecer meses depois, indo Christine, a pedido deste, sepultá-lo no luonde ele sempre viveu e nunca saiu, os subterrâneos da Ópera.

Cinema, teatro e música, "O fantasma da ópera " foi inúmeras vezes transposto para os palcos e para a telas de cinema , onde fez um estrondoso sucesso, principalmente entre o grande público.

A primeira versão de "O fantasma da ópera'' para o cinema foi em um filme mudo e em preto-e-branco, realizado em 1925, pelos estúdios da Universal, e com Lon Chaney no papel de fantasma. Seguiram-se outras versões igualmente populares, incluindo a da década de 40, dirigida por Arthur Lubin, e com Claude Rains no papel-título. Destaque também para a versão rock-musical de 1974, dirigida por Brian De Palma e estrelada por Paul Williams, entitulada como O fantasma do paraíso, sem contar com o célebre musical da Broadway escrito por Andrew Lloyd Webber, considerado a maior atração teatral de todos os tempos.

Em 2004, foi novamente encenado para o cinema, dirigido pelo renomado diretor Joel Schumacher e com Gerard Butler na pele do fantasma, Emmy Rossum como Christine e Patrick Wilson sendo Raoul, fechando o triângulo amoroso.




O fantasma da ópera foi indicado ao Oscar em três categorias
Texto: Ruy Art
http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_41848.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Tristão e Isolda

We belong together - by Gavin Degraw



Claude-Catherine Ragache - Francis Phillips
Tradução de Ana Maria Machado
Editora Ática, 1993.

No pequeno porto irlandês de Wexford, onde Tristão e seus companheiros ancoraram, um cruel dragão aterrorizava os habitantes. Para não serem reconhecidos, disfarçaram-se de comerciantes.


O rei Gormond prometera dar a mão de sua filha Isolda em casamento ao valente cavaleiro que matasse o monstro. Tristão enfrentou a perigosa criatura e, após uma vitória difícil, cortou a língua do dragão e escondeu-a dentro de seu sapato: a prova decisiva.

No caminho de volta, porém, caiu desfalecido, pois a língua do dragão continha um poderoso veneno.

Ao passar por ali, o senescal do rei Gormond deparou com o cadáver do monstro e aproveitou-se da situação. Cortou-lhe a cabeça e, após apresentá-la ao rei, pediu a mão da princesa Isolda, a qual cortejava havia muito tempo.

Mas Isolda não o desejava como marido e desconfiou da trama. Assim, foi com a mãe até o local do combate, e ali encontraram Tristão desfalecido. Levaram-no para o palácio e, durante vários dias, cuidaram de seus ferimentos. Mas Isolda só o reconheceria quando, ao limpar sua espada, notou que faltava um pedaço. Desconfiada, comparou a lâmina com um pedaço de metal que, retirado do crânio de Morholt, fora guardado por ela como relíquia: as partes encaixavam-se perfeitamente.

Tristão era o assassino de seu tio, mas, como só ele poderia provar a impostura do senescal, Isolda seguiu os conselhos da mãe e resolveu poupá-lo.

Ao saber que Tristão a pedia em casamento em nome do rei Marcos, Isolda mergulhou em profunda melancolia, mas decidiu acompanhá-lo.

A rainha, que desejava a felicidade da filha ao lado do rei Marcos, confiou a uma criada uma poção mágica que os noivos deveriam beber juntos na noite de núpcias. Essa bebida, preparada à base de ervas, uniria o casal por um sentimento tão profundo que eles não poderiam sobreviver sequer a uma semana de separação.

No decorrer da viagem, porém, a criada serviu por engano a poção mágica a Tristão e Isolda. Daí em diante, nada mais poderia separá-los! Tristão não ousou revelar a verdade ao tio, e o casamento de Isolda com o rei Marcos foi celebrado com pompa.

Mas todos os dias Tristão encontrava-se secretamente com Isolda, num jardim, junto ao palácio ou mesmo nos aposentos da rainha. Apesar de todas as precauções, entretanto, os barões descobriram os encontros e alertaram o rei Marcos. Surpreendidos pelo marido traído, os dois amantes foram condenados sem julgamento: seriam queimados juntos.

Ao longo do caminho que levava à fogueira, comprimia-se uma multidão entristecida. Ao passar diante de uma capela construída na beirada de uma falésia, Tristão desejou rezar. Como seus guardiães haviam desamarrado suas mãos, conseguiu escapar e precipitou-se no vazio - mas salvou-se ao agarrar-se a uma pedra que sobressaía no paredão. Em seguida, pulou para a praia e fugiu. Mais adiante, seu escudeiro Gorneval esperava-o com cavalo e armas. Só então pôde libertar Isolda.

Durante três anos, viveram escondidos na floresta. Tristão fez um arco, com o qual nunca perdia a presa, e Gorneval construiu uma cabana de galhos e troncos. Certo dia, um cachorro juntou-se a eles - era Husdent, que reencontrava seu dono, Tristão. Husdent aprendeu a caçar sem latir, para não denunciar sua presença.

Um dia, o rei Marcos descobriu o esconderijo e encontrou Tristão e Isolda adormecidos, abrigados no simplório casebre. Sentiu pena daqueles corpos tão magros, que os andrajos mal escondiam.

Anunciou então que estava disposto a receber Isolda de volta na corte. Mas Tristão deveria partir para bem longe.

A poção mágica já perdera o efeito fazia muito tempo, mas Tristão e Isolda continuavam amando-se. Assim, após a partida de Isolda, o cavaleiro tentou permanecer a seu lado, mas os espiões do rei estavam sempre em seu encalço. Por isso, ele teve de embarcar para a Armórica.

Na pequena Bretanha, Tristão colocou-se a serviço do rei Hoel, tornando-se amigo de seu filho, o cavaleiro Kaherdin. Com o passar do tempo, Tristão pensou que poderia esquecer Isolda casando-se com outra mulher. Desposou a irmã de Kaherdin, que também se chamava Isolda e era conhecida como Isolda das Brancas Mãos. Mas a lembrança da loura Isolda jamais abandonou Tristão, o que não escapou aos olhos da esposa e do cunhado.

Um dia, Tristão foi gravemente ferido pelo anão Beladis, cuja mulher Kaherdin cortejava secretamente. Pediu então ao cunhado que fosse à Cornualha buscar Isolda, a loura, pois só ela poderia salvá-lo.

Ansioso pela chegada do navio, todos os dias Tristão pedia que o levassem até a praia. Ficara combinado que Kaherdin içaria uma vela branca se Isolda estivesse a bordo e uma vela preta em caso contrário. Mas Isolda das Brancas Mãos surpreendera a conversa e, louca de ciúmes, enganou Tristão. Quando o navio surgiu no horizonte, Tristão já estava enfraquecido demais para enxergar, e a esposa disse-lhe que uma vela negra fora içada. Tristão pensou que sua amada o abandonara e morreu de infelicidade.

Ao chegar, Isolda, a loura, viu o corpo de Tristão estendido na praia, não resistiu e caiu morta junto ao amado. Os dois foram enterrados lado a lado. O rei Marcos ordenou que se plantasse uma roseira selvagem no túmulo de Isolda e uma videira no de Tristão. Ao crescer, as duas plantas enrolaram-se uma na outra, como se quisessem ensinar aos homens que o amor: é mais poderoso que a morte.
http://www.edukbr.com.br/estudioweb/ativ_antigas/mitolgia/1.htm#

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O ator Mickey Rourke


Lendo a Revista "Isto é", deparei-me com a reportagem deste ator Mickey Rourke. Fiquei impressionada com a sua transformação, principalmente, o físico como também o seu drama de vida.

Quem viu 9 e 1/2 semanas de amor lembrará de como ele era, bonito, sensual e hoje ...totalmente diferente.

Reportagem

DE VOLTA AOS HOLOFOTES

O ator Mickey Rourke concorre ao Oscar com o filme O LUTADOR (foto) numa temporada de estreias marcada por estrelas que estavam em baixa em Hollywood.

Ser chamado em Hollywood de "novo James Dean" e "sucessor de Marlon Brando" leva qualquer ator iniciante a ser achar o dono do mundo. Foi exatamente isso que aconteceu com o americano Mickey Rourke. Em 1993, aos 31 anos, ele despontou como o jovem rebelde do filme Selvagem da Motocicleta, de Francis Ford Coppola, atuação que lhe valeu aqueles elogios. Na sequência vieram grandes êxitos, como Coração Satânico e O ano do dragão. Com o drama erótico 9 e 1/2 semanas de amor ganhou status de mito sexual. Rápida ascensão, súbita queda. Rourke desapareceu: perdeu casa, mulher (a modelo Carré Otis) e, um a um, todos os amigos. Só ficaram os cães.

Em setembro do ano passado, Rourke reapareceu no Festival de Veneza: as cirurgias plásticas não melhoraram, só pioraram as marcas de cinco anos como lutador de boxe, quando quebrou o nariz, a maçã do rosto e muitas costelas. A língua rachada fez sua voz mudar. Mas o ato continua grandioso. Graças à atuação como uma decadente estrela da luta livre, o filme O lutador, que estreia na sexta-feira 13, ganhou a Palma de Ouro. E ele está de novo sob os holofotes e concorre ao Oscar. Rourke só não recebeu outra Palma em Veneza porque a organização do evento não permite que uma mesma produção acumule dois troféus. Foi a largada para a avalanche de prêmios que vem colecionando. O mais recente, o Globo de Ouro, principal prévia do Oscar, ele dedicou aos seus cinco cachorros.

O drama de Rourke e a sua volta por cima não são fatos raros no mundo competitivo e implacável do cinema. Por um motivo ou outro - indisciplina profissional, uso de drogas, depressão -, muitos astros caem em desgraça. E, e uma hora para outra, renascem das cinza. Foi assim com John Travolta, cuja carreira era tida como acabada, sem ter repercussão desde Um tiro na noite, o ator recuperou o prestígio em 1994, com Pulp fiction - tempo de violência, filme cult de Quentin Tarantino. Seu cachê hoje é de US$ 20 milhões.
O mesmo se deu com Dennis Hopper, ícone dos anos 60 com Sem destino, ele passou as duas décadas seguintes entre cadeias e clínicas de recuperação. Reergueu-se com Veludo Azul.
O Oscar 2009, que será entregue no domingo 22, está sendo chamado de "comeback season" (temporada de retorno) e nem poderia ser diferente: atores antes em baixa concorrem à estatueta. Robert Downey Jr. depois de livrar-se das drogas e passar um ano na cadeia, ele recuperou-se com O homem de ferro. Concorre ao Oscar - está indicado a melhor ator coadjuvante pela comédia Trovão tropical, e Frank Langella, como melhor ator pela interpretação do ex-presidente americano Richard Nixon em Frost/Nixon. Ele ficou conhecido pelo papel de Drácula na versão de 1979.

O papel de lutador Randy 'Ram" Robison, anabolizado que mais parece um He-man sexagenário, quase saiu das mãos de Rourke, e não era essa a vontade do Diretor Darren Aronofsky, conhecido pelo filme Réquiem por um sonho. Desde o início, ele queria o ator no papel. Mas, quando apresentava o projeto aos produtores, o nome de Rourke era vetado. Diziam que causaria rejeição ao público.

Aronofsky passou um ano e meio procurando um parceiro que bancasse a produção e, nesse meio tempo, tentou fazê-la com Nicolas Cage como protagonista. Mas sabia que a escolha era errada. Também para Rourke não foi fácil decidir-se pelo papel. Primeiro pela preparação. Para chegar ao peso de 104 quilos (nenhuma gordura, puro músculo), submeteu-se a um rigoroso regime de seis refeições por dia aplicado por um ex-agente do Mossad (serviço secreto israelense). Fora os treinamentos de luta livre. O mais difícil, contudo, foi o mergulho psicológico no personagem.

A história de Ram é muito parecida com a de Rourke. Como o ator, o lutador teve uma fase de glória e, no período enfocado pelo filme, encontra-se em franca decadência. Nas pesquisas que fez sobre o submundo das lutas livres, o diretor Aronofsky visitou o circuito de pequenos ringues nos quais os atletas se expõe a verdadeiras mutilações para ganhar, no máximo, US$ 200. Ram faz parte desse grupo de profissionais que não abandonam a luta porque só sabem fazer isso.

Na vida real, quando os bons papéis foram escasseando, Rourke buscou aquilo em que era bom na juventude: o boxe. Mas se deu mal. Para fechar o orçamento mensal, pensou em trabalhar na construção civil. Teve de lidar com essa memória emotiva no set. A cena que mais o desagradava era a que o lutador se vê obrigado a trabalhar em um supermercado. Ram havia sido proibido de praticar wrestling pelos médicos depois de sofrer um ataque cardíaco - era viciado em anabolizantes. Um antigo fã o reconhece por trás do balcão e, humilhado, Ram golpeia a máquina de cortar frios em funcionamento.

Em cenas e muitas outras não são indicadas para pessoas sensíveis. Aronofsky diz que Rourke não conseguia gravar essa sequência. Não que isso seja novidade. Foi justamente pelo seu lado intempestivo que Rourke se tornou persona non grata em Hollywood. Alan Parker, por exemplo, que o dirigiu em Coracão satânico, o achava um "pesadelo". Escalado para as continuacões de O homem de ferro e Sin City, no qual fez uma ponta no primeiro episódio, Rourke parece agora ter se livrado de outro pesadelo: o esquecimento.

Fonte: Revista Isto é - Reportagem: Ivan Cláudio - 11/02/2009 - no. 2048

Que história incrível!

Aproveitando, veja abaixo, o vídeo de Striptease em 9 e 1/2 semanas de amor.

You Can Leave Your Hat On - Joe Cooker

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Confira os 10 vilões mais aterrorizantes do cinema

Lista dá dicas para entrar no clima do Halloween.Jigsaw volta às telas nesta sexta (31), em 'Jogos mortais '
Nada melhor que pegar um filminho de terror para entrar no clima do Halloween, comemorado nesta sexta-feira (31). E quando o assunto é terror, os vilões são as verdadeiras estrelas.
Nos cinemas, o público pode conferir a estréia de "Jogos mortais 5", que traz de volta o vilão Jigsaw, com sua já conhecida sede por sangue e tortura. Outros longas do gênero em cartaz são "Morte súbita", que traz um crocodilo gigante como vilão, "Espelhos do medo", estrelado por Kiefer Sutherland, e "Encarnação do demônio", com Zé do Caixão.
Já quem preferir o aconchego do próprio sofá, pode ver ou rever um dos clássicos do gênero. Para ajudar na escolha, o G1 lista a seguir os vilões mais aterrorizantes do cinema, a companhia ideal para um Halloween de arrepiar.

JIGSAW - 'Jogos mortais' (2004) - De inteligência incontestável, o serial killer tem um tumor cerebral e cria armadilhas para aqueles que ele julga não serem merecedores de suas vidas. Depois de sobreviver a uma tentativa de suicídio, ele resolve testar os limites humanos, criando jogos de tortura.

FREDDY KRUEGER - 'A hora do pesadelo' (1984) - Quando vivo, Freddy (Robert Englund) já era mau: abusava e matava criancinhas nas proximidades da rua Elm. Depois que foi queimado e morto pelos pais das vítimas, o vilão voltou para aterrorizar os filhos de seus assassinos por meio de sonhos

JASON VOORHEES - 'Sexta-feira 13' (1980) - Interpretado por Warrington Gillete, o vilão morreu afogado durante uma colônia de férias Crystal Lake, 20 anos atrás, mas voltou para perseguir os novos freqüentadores do local. Com sua máscara de hóquei, ele matou mais de 160 em uma dezena de filmes.

MICHAEL MYERS - 'Halloween' (1978) - Para este vilão, o dia 31 de outubro significa empunhar sua faca e matar qualquer um que lembrar sua irmã. Oito atores diferentes interpretaram Myers no filme original, mas o único que mostrou seu rosto no papel foi Tony Moran.

CHUCKY - 'O brinquedo assassino' (1988) - "Quer brincar?", pergunta o boneco, na voz inconfundível de Brad Dourif, às suas vítimas. Nem policiais armados conseguem vencer o instinto assassino desse brinquedo habitado pela alma de um serial killer. Ele rendeu outros quatro longas-metragens.

PINHEAD - 'Hellraiser - Renascido do inferno' - Ele é o líder da gangue dos Cenobitas e possui poderes sobrenaturais. Diferentemente de outros vilões, como Jason e Michael Myers, ele fala, mas raramente faz uso do humor, como Krueger ou Chucky.

HANNIBAL LECTER - 'Dragão vermelho' (1986) - De extrema inteligência, Lecter é doutor em psiquiatria, serial killer e canibal. Em 2007, o vilão ganhou um filme, 'Hannibal - A origem do mal', que conta sua história e as raízes de sua crueldade.

THOMAS HEWITT - 'Massacre da serra elétrica' (1974) -Também conhecido como Leatherface, ele é grandalhão, mentalmente perturbado e utiliza uma máscara feita de pele humana. Com sua serra elétrica ou uma marreta, quer cortar humanos em pedacinhos. Um remake foi lançado em 2003.

'Alien - O oitavo passageiro' (1979) - O magricela Bolaji Badejo interpreta o vilão, dando a impressão de que não seria possível ter um ser humano dentro do figurino. Dirigido por Ridley Scott, o longa-metragem ganhou o Oscar

'Tubarão' (1975) - O grande tubarão branco tem lugar de honra na lista, já que foi pioneiro na onda dos arrasa-quarteirões de Hollywood. Sob direção de Steven Spielberg, o gigante espalhou horror na época e até hoje inspira muitos filmes, como "Morte súbita".
Do G1, no Rio
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/

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