Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O Patinho Feio

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Conheça 24 grandes invenções chinesas



PAPEL - Foi inventado pelo cortesão do império chinês Ts'ai Lun (50-121). Ele refinou e popularizou o processo de misturar fibras de árvores e caules de trigo com a casca de um tipo de amoreira, triturando-as e colocando a mistura sobre um tecido trançado.
Foto: Getty Images


PÓLVORA - Foi criada por alquimistas chineses no século 9. Consiste em uma mistura de nitrato de potássio, carvão vegetal e enxofre.
Foto: Wikimedia Commons


SERICICULTURA - De acordo com vestígios arqueológicos, as técnicas de criação de larvas para a obtenção de seda já existiam por volta do ano 5.000 a. C. O produto era a mercadoria mais cara da China.
Foto: Wikimedia Commons


PAPEL-MOEDA - Devido à falta de cobre, a dinastia Tang introduziu esse novo sistema monetário no ano 806; mais de 800 anos antes de o papel-moeda surgir na Europa.
Foto: Wikimedia Commons

BÚSSOLA - Os chineses descobriram o efeito direcional da magnetita no século 4 a.C. As primeiras bússolas consistiam em um pedaço de pedra-ímã preso a um pau para flutuar em uma bacia de água.
Foto: Wikimedia Commons

GARFO - Os primeiros utensílios, feitos de ossos, foram encontrados em sítios arqueológicos chineses de cerca de 2.400 a.C.
Foto: Getty Images

MACARRÃO - De acordo com a lenda, o explorador italiano Marco Polo levou a massa da China para a Europa no ano 1292.
Foto: Wikimedia Commons


SINOS - Foram inventados em meados de 3.000 a.C. e eram chamados de lings. Um dos exemplares mais antigos foi encontrado em Henan, na China Central. No século 5 a.C. os sinos eram usados como instrumentos musicais em rituais.
Foto: Wikimedia Commons


CARRINHO DE MÃO - Foi inventado pelo chanceler chinês Zhuge Liang durante a dinastia Han. Era usado em campanhas militares para levar suprimentos a soldados feridos.
Foto: Getty Images


PIPA - Foi inventada na China há cerca de três mil anos. A primeiro texto que descreve o objeto foi escrito pelo filósofo Mo Tzu.
Foto: Wikimedia Commons


SISMÓGRAFO - Versões rudimentares foram inventadas pelos chineses por volta de 132 a.C, mas indicavam apenas a direção do epicentro do terremoto.
Foto: Wikimedia Commons

FOGOS DE ARTIFÍCIO - Foram inventados na China há cerca de mil anos, logo após a invenção da pólvora.
Foto: Getty Images


ESCOVA DE DENTES - Surgiu no século 15 na China. Uma enciclopédia chinesa de 1498 descreve como pelos curtos e grossos do pescoço de um javali siberiano eram presos a um cabo feito de ossos de animais.
Foto: Wikimedia Commons

DOMINÓ - O jogo foi criado pelo soldado chinês Hung Ming, que viveu de 243 a.C. a 182 a.C.
Foto: Getty Images


NÚMEROS NEGATIVOS - Apareceram pela primeira vez no livro 'Nove capítulos sobre a Arte da Matemática', da Dinastia Han (202 a.C. - 220 d.C.).
Foto: Wikimedia Commons


GO - O jogo de estratégia foi criado na China no século 6 a. C. Acredita-se que seja a evolução de um utensílio utilizado para marcar datas e épocas do ano.
Foto: Wikimedia Commons



CÂMERA PINHOLE - Esta câmera sem lentes e apenas uma pequena abertura foi descrita pela primeira vez no século 5, pelo filósofo Mo Jing.
Foto: Wikimedia Commons


TINTA - Foram inventadas pelos chineses há 4.500 anos, combinando fuligem, óleo de lampião, gelatina e almíscar. Eram usadas para pintar os entalhes em pedra. Com o advento da escrita, foram necessários novos tipos e cores de tintas, produzindo textos detalhados e permanentes.
Foto: Getty Images

JOGOS DE CARTA - Os primeiros jogos de carta foram encontrados no século 9, durante a Dinastia Tang.
Foto: Wikimedia Commons


CARDÁPIO - O primeiro menu de restaurante foi criado há cerca de mil anos, durante a Dinastia Song. A solução foi criada para descrever a abundância de alimentos da culinária chinesa.
Foto: Getty Images


ESTRIBO - O registro mais antigo é uma ilustração encontrada em um fragmento de cerâmica em uma tumba no oeste da China, que data de 300 a.C.
Foto: Wikimedia Commons


PAPEL HIGIÊNICO - O registro mais antigo do uso de papel higiênico é chinês, do século 6, quando Yan Zhitui, erudito e oficial do governo, emitiu um alerta contra usar textos com dizeres filosóficos para limpar o traseiro.
Foto: Wikimedia Commons


ÁBACO - O suan-pad chinês, criado por volta de 1200, era usado para fazer cálculos. Outros ábacos, com mecânicas diferentes, foram desenvolvidos em outros lugares do mundo.
Foto: Getty Images


PARAQUEDAS - Há relatos de acrobatas chineses que flutuavam sobre a terra usando 'guarda-chuvas'. As lendas datam de 90 a.C e contam também a história de um grupo de prisioneiros que teria escapado da morte saltando de uma torre, usando chapéus de palha.
Foto: Wikimedia Commons

terça-feira, 14 de maio de 2013

Hotel El Salto - Um lugar Misterioso


Tequendama  é uma cachoeira natural da Colômbia, localizado na província de Tequendama no Departamento de Cundinamarca.

Hoje é uma grande atração turística e muitos visitantes que passam pela área para admirar a cachoeira de 157 metros de altura e até mesmo muitos param para visitar o abandonado Hotel Salto. , este luxuoso hotel que foi inaugurado em 1928 e utilizado para estada dos personagens mais representativos da elite da capital.

O hotel era muito popular pela  vista deslumbrante  da natureza ao seu redor, no entanto, devido à poluição do rio Bogotá, os turistas perderam o interesse na área.

O hotel foi fechado na década de 90 e  abandonado desde então. Trabalhou como um terminal ferroviário, um restaurante e agora, após o trabalho de arquitetos e amantes da história, foi reaberto como museu.

Além de ser um destino turístico popular, o hotel tornou-se também um favorito de muitos a cometer suicídio. Localizado em frente à cachoeira e à beira do precipício, havia muitos que terminou a sua existência a partir de lá, talvez seja por isso que contam histórias de fantasmas e almas perdidas que estão geralmente em torno deste edifício. Devido a isso, alguns especialistas afirmam paranormal e cuidadores no Refugio del Salto é normal para apresentar eventos e ocorrências sobrenaturais e gritos lancinantes.


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Fotografia Computadorizada

Dê um olhar atento a esta pintura

Pintada por artistas Chineses, Dai Dudu, Li Tiezi y Zhang An, pintura a oleo, 2006.
Esta pintura é verdadeiramente surpreendente.
Mais surpreendente ainda, por sua tela ter sido computadorizada.
Quando clicar no "click here" mais abaixo,uma versão maior da pintura aparecerá.
Passe o cursor do mouse por cima das pessoas e o programa dirá quem é cada um deles.
Se clicar sobre a pessoa, terá sua biografia e história.
Quando a história aparecer, do lado esquerdo, há a possibilidade de traduzir o texto para vários idiomas.
Escolha o seu preferido e boa leitura!

click here

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O amor não acaba, nós é que mudamos

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Martha Medeiros

Fonte: alashary.org

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Rio Amazonas

Foz do Amazonas no arquipélago do Bailique, na Ilha do Marajó. Foto: Celso Júnior/AE

Nos mais remotos povoados do sul do Peru, os quéchuas, descendentes dos incas, costumam se referir ao Amazonas como o “deus que fala”, por causa do estrondo de suas águas nos cânions e despenhadeiros. O rio que nasce na Cordilheira dos Andes e deságua no Golfão do Marajó, que abrange os litorais do Amapá e Pará, tem o maior curso em volume e extensão do mundo e representa 16% da reserva de água doce do planeta.

No Dia Mundial da Água, o “Estado” publica o relato da expedição realizada pelo repórter Leonencio Nossa e pelo repórter fotográfico Celso Junior da nascente à foz do Amazonas – material reunido no livro “O Rio”, que será lançado pela Editora Record em abril. Em oito viagens, eles percorreram 10 mil quilômetros a pé, a cavalo, de balsa e em barcos a remo e a motor para fazer um perfil do Amazonas e registrar a vida nos povoados e cidades às suas margens. O rio tem 7 mil quilômetros, mas a equipe repetiu trechos e incluiu no percurso lagos e afluentes que ajudam a entender a dinâmica e a complexidade da formação do Amazonas e de sua bacia, de 6,8 milhões de quilômetros quadrados.

A tradicional imagem do curso barrento que serpenteia o verde da floresta é apenas um retrato de um rio de muitas faces. Ele nasce cristalino nos Andes, desce azul pelo deserto marrom do altiplano, fica verde nos precipícios do início da selva, ganha a tonalidade amarelada ainda na mata peruana e corta a Amazônia como um imenso tapete da cor de chocolate. É um gigante que desafia a ciência. Em tempos de Google Earth, o Amazonas tem trechos ignorados até nos mapas dos governos e Exércitos do Peru, da Colômbia e do Brasil, países banhados por suas águas.

Texto: Leonencio Nossa
Fotos: Celso Junior

Lhamas na frente do Nevado Mismi. Foto: Celso Júnior/AE

As primeiras águas do rio escorrem por entre as pedras do Nevado Mismi, na Cordilheira dos Andes (Peru). Foto: Celso Júnior/AE

As primeiras águas do rio escorrem por entre as pedras do Nevado Mismi, na Cordilheira dos Andes (Peru). Foto: Celso Júnior/AE

Cordilheira dos Andes (Peru), na região do Mismi, caminho para a nascente do rio. Nevado Mismi iluminado pelo sol do final de tarde. Foto: Celso Júnior/AE

Mismi, caminho para a nascente do rio. Foto: Celso Júnior/AE

Entardecer na região do Coari/AM. Foto: Celso Júnior/AE

Rio do Alto Ucayali, Peru. Foto: Celso Júnior/AE

Rio do Alto Ucayali, Peru. Foto: Celso Júnior/AE

Arara vermelha na região de Pucallpa na selva peruana. Foto: Celso Júnior/AE

Rio do Alto Ucayali, Peru. Foto: Celso Júnior/AE

Barqueiro carrega bananas no Canal de San Jose, um pequeno braço do rio Amazonas, em Leticia na Colômbia. Foto: Celso Júnior/AE

Porto na beira do rio Amazonas em Macapá/ AP. Foto: Celso Júnior/AE

Porto de Pucallpa na selva peruana. Foto: Celso Júnior/AE

Passageiros no barco Recreio durante a navegação no Amazonas entre as cidades de Manaus e Parintins/AM. Foto: Celso Júnior/AE

Rio Amazonas – região de Alenquer (PA). Foto: Celso Júnior/AE

Vitoria Regia em águas do Amazonas na região de Parintins (PA). Foto: Celso Júnior/AE

Altiplano Peruano, Tres Canones, Espinar. Foto: Celso Júnior/AE

Revoada de garças no Baixo Amazonas no estado do Pará. Foto: Celso Júnior/AE

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails